Cláudia Cristina Gomes Azevedo
J.A.- Tendo havido alteração nos resultado eleitorais autárquicas de 2017, o que pensa sobre isso?
P.J.-Os resultados eleitorais das autárquicas de 2017 veio dar força à mudança do quadro parlamentar que permitiu a mudança política e de resultados.
J.A.-Qual a sua Opinião sobre o OE para 2018?
P.J.-O Orçamento do Estado para 2018 assenta sobretudo num princípio basilar de estabilidade e na reposição dos rendimentos retirados aos portugueses.
J.A.- Em relação ao relatório sobre os incêndios de Pedrogão Grande, qual a sua opinião?
P.J.-O relatório veio realçar que falhou quase tudo no combate ao incêndio, responsabilizando quase todos, deixando apenas sem qualquer tipo de culpa, o IPMA e a GNR. Espero que tenha servido de lição!
J.A.-O aumento de desemprego gerou muita pobreza e, estando esse concelho inserido num dos distritos considerados de maior carência económica, como está essa autarquia a gerir esse problema?
P.J.-Tentamos incutir aos desempregados a frequência de Cursos de Formação.
J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente, no nosso país, e qual a causa/efeito?
P.J.-O aumento da violência doméstica tem aumentado drasticamente essencialmente provocado pelo desemprego, que adicionado à vertente psíquica, com o aparecimento de muitas depressões, tem levado assim ao desespero e desorientação.
J.A-O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade?
P.J.-Essencialmente falta de valores humanos e acima de tudo, um ser/estar demasiado materialista, bem como doenças psíquicas completamente descontroladas.
J.A-O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade, entre a juventude?
P.J.-Precisamente o que respondi à questão anterior…
J.A.-Que apoio presta a autarquia aos mais idosos?
P.J.-Proporcionamos semanalmente atividades no âmbito dos seniores, nomeadamente no que respeita ao convívio e atividade física.
J.A.-Qual o maior problema com que essa freguesia se debate?
P.J.-Julgo que como a maior parte das freguesias, debatemo-nos com grandes problemas financeiros… falta de verba para fazer aquilo de que necessitamos.
J.A.-Que outros problemas necessitam de maior intervenção?
P.J.-As nossas duas prioridades são o fornecimento/abastecimento de água de rede e saneamento básico, que parecendo mentira, mas é verdade, esta localidade ainda não possui… e os nossos caminhos e acessos necessitam de grandes intervenções.
J.A.-Que perspetivas tem para o futuro da freguesia?
P.J.-Talvez seja neste quadriénio que “alguém” se lembre de que a Penajóia faz parte deste nosso País e que também merece ter água e saneamento básico, bem como caminhos para acesso às pessoas e viaturas.
J.A.-Como é a situação financeira da autarquia?
P.J.-….. muito má!
J.A.-Qual o apoio que a câmara presta às juntas de freguesia?
P.J.-A Câmara de Lamego apoia-nos no pré-escolar (jardim de infância) e na sua contribuição mensal para as despesas correntes.
J.A.-Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?
P.J.-Espero conseguir cumprir o que prometi na minha campanha eleitoral e dar à Penajóia e aos Penajoienses aquilo a que têm direito e fazer o máximo possível para que agora com um novo Executivo na Câmara de Lamego, mostrem pelo menos, alguma dignidade por esta freguesia, dotando-a de água potável e saneamento básico, um bem essencial e de direito humano.
J.A.-Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?
P.J.-Tento ao máximo ser organizada, separando as funções e prestar o meu melhor a ambas.
J.A.-Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?
P.J.-Que seja a VOZ dos que, não podendo efetuar greves nem manifestações, não têm outro meio senão os meios de comunicação para fazer-se ouvir e reivindicar aquilo a que qualquer ser humano tem direito: Uma Vida Digna!