Março 2015 - Nº 101 - I Série - Santarém - Inscrito no ERC sob o nº 125290  
Santarém
 

CULTURA - DISTRITO DE SANTARÉM

Museu do Ar - Alverca

 

Altar-mor da Igreja de São Marcos - Calhandriz

Museu do Ar-AlvercaO Museu do Ar, sediado no Complexo Militar de Alverca, foi criado em 21 de Fevereiro de 1968 (Decreto-Lei nº.48 248), está na dependência do Chefe do Estado-Maior da Força Aérea e tem como objectivo expor o património histórico da Força Aérea. Foi oficialmente inaugurado em 1 de Julho de 1968, dia da Força Aérea Portuguesa, numas instalações que pertenciam às Oficinas Gerais de Manutenção Aeronáutica, então dependentes da Força Aérea. Simultaneamente, foi criado o Grupo de Amigos do Museu do Ar por iniciativa do Coronel Edgar Cardoso, que contribuem para o enriquecimento histórico/material deste Museu.   Altar-mor da Igreja de São Marcos-CalhandrizReconstruída após o terramoto de 1755, o templo apresenta uma característica traça setecentista. São de ressaltar, no seu interior, a imagem de São marcos (século XVIII), uma tela representando Nossa Senhora da Assunção – do mesmo período – e o altar-mor com talha dourada e policromada. Esta igreja foi alvo, entre 2001 e 2002, de obras de recuperação promovidas pela paróquia.

Palácio Municipal do Sobralinho

 

Igreja Matriz - Almeirim

Palácio Municipal do SobralinhoO facto do palácio ter passado pela família Espírito Santo marcou claramente o gosto e a sensibilidade artística, que foi seguida na nova decoração: a preferência pela arte antiga, em especial pela arte francesa do século XVIII. A linha de orientação foi claramente a de procurar recriar um palácio do Século XVIII, numa realização onde foram seguidos esquemas tradicionais com monumentalidade e com um forte apego à “Casa Portuguesa”.

O tratamento exterior foi o de um gosto setecentista, com um grande relevo dado à simetria das janelas, ao andar nobre e à criação de uma grande porta de entrada, com uma varanda no seu remate.

 

Igreja Matriz-AlmeirimA igreja que era capela do cemitério ali existente, foi mandada construir em 1500 por Mestre Henrique, médico da corte de D. Manuel I. Quando faleceu, o seu corpo foi sepultado no interior da capela, onde existia uma pedra tumular com a seguinte inscrição semi-gótica: “Sepultura do Mestre Henrique, médico que foi da Senhora Infanta D. Isabel, faleceu em Almeirim, aos 5 dias de 1544”. Nesta igreja foram encontradas várias referências de 1747 a 1757 e 1836, com a indicação dos seus altares, merecendo algumas citações.

O edifício actualmente apresenta um aspecto simples, tendo desde a sua fundação até aos nosso dias, sido objecto de diversas transformações.

O interior tem uma nave única , podendo-se admirar entre as imagens existentes a do orago da freguesia, São João Baptista, do século XVIII, merecendo ainda menção uma singela pia de água benta, quinhentista. O tecto apresenta uma composição do Mestre Carlos Reis, representando a imagem do orago.

Pórtico de Paço dos Negros - Almeirim

 

Palácio da Quinta de Subserra - S. João dos Montes

Pórtico de Paço dos Negros-AlmeirimFoi erigido no ano de 1512, como o atesta a Carta de Quitação de el-rei D. Manuel I ao seu escudeiro e primeiro almoxarife do Paço da Ribeira de Muja, Diogo Rodrigues.

Neste documento são referenciados inúmeros objectos para as obras do Paço, de entre eles: “... tejolo de toda a sorte grande, alvanaria, portal.”

A encimar este imponente Pórtico podem ver-se ainda as ameias com os seus merlões. Lateralmente, as armas reais, de coroa aberta, ladeadas pela esfera armilar do rei fundador, o rei Venturoso.

Afirma a lenda que, neste local, era vista a espreitar o sol, a cantar e a pentear-se, uma linda princesa moura, a qual guardava uma grande talha cheia de oiro, tendo a encimá-la a espada de oiro do rei.

Reza a lenda que a linda moira ainda canta, mas só para quem a souber ouvir; que continua à espera com uma riqueza sem conta, para oferecer a quem sonhar três noites a fio e tenha coragem de a vir desencantar.

Sopa da Pedra - Receitas

Curioso/a para saber como se prepara este delicioso prato regional? Saiba a receita da Sopa da Pedra e como prepará-lo passo a passo.

 

Palácio da Quinta de Subserra - S. João dos MontesO grupo Amigos de São João dos Montes (freguesia com características rurais onde se situa a Quinta de Subserra, que pertenceu aos condes e aos marqueses com o mesmo nome e foi adquirida pelo município em 1980) sustenta que o palácio com origens no século XVII poderá estar "em vias de destruição". O movimento de moradores salienta que circulam rumores de que a câmara "se prepara para entregar a quinta e o palácio, cada vez mais danificados, à gestão privada" e que, "preocupados com a sua degradação galopante", resolveram lançar um abaixo-assinado.

"Nos últimos anos, e apesar de obras pontuais, a quinta tem-se degradado a olhos vistos. Há azulejos importantíssimos muito danificados. O próprio palácio tem fracturas impressionantes no seu interior. A piscina que ali funcionava, a única na freguesia, foi abandonada", criticam os autores do documento, acusando o executivo camarário socialista de abrir mão do enquadramento paisagístico da quinta, autorizando urbanizações em áreas próximas.

Jardim inserido em quinta do século XIX, destacando-se os arranjos de bustos e azulejos da época

Rio Almonda - Torres Novas

 

Castelo de Torres Novas

Rio Almonda-Torres NovasO Almonda é um rio português que nasce na Serra de Aire a 5 km a noroeste de Torres Novas, na vertente da Serra de Aire, perto de Almonda, a que deu o nome, e de Casais Martanes. No seu percurso de 30 quilómetros atravessa os municípios de Torres Novas e da Golegã onde desagua na margem direita do Tejo
O rio Almonda segue o seu curso desde a sua nascente situada em Moinho da Fonte, depois entre a Ribeira Branca e a Ribeira Ruiva, banha a povoação de Lapas, serpenteia a cidade de Torres Novas e desagua no rio Tejo, no sítio da Igreja Grande, no concelho da Golegã. No total, o seu percurso é de cerca de 30 quilómetros.

O rio é atravessado por mais de duas dezenas de pontes e teve importância decisiva no desenvolvimento agrícola e industrial do concelho de Torres Novas. Como prova disso é o facto de ainda existir ao longo do percurso do rio (pelas diversas aldeias e até mesmo dentro da cidade) antigos moinhos movidos pelas suas águas (embora grande parte deles já se encontrem em ruínas). Existe também dentro de Torres Novas uma pequena central hidroelectrica, onde se produzia electricidade a partir das suas águas. No passado, aqui se pescava abundamente, o que motivou, durante algumas décadas, a realização de campeonatos de pesca desportiva.

Actualmente, o Almonda é também palco de actividades de recreio e turismo (passeios de barco, zonas de lazer junto às margens, nomeadamente em Torres Novas).

 

Castelo de  Torres NovasCom uma construção que remonta a épocas distantes, o castelo de Torres Novas foi uma fortaleza árabe antes do início da reconquista cristã.

Em 1147/48 foi conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques, para, passado algum tempo, voltar a ser tomada pelos muçulmanos. A fortaleza é definitivamente reconquistada por D. Afonso, filho de D. Sancho I, em 1190.

Os inúmeros ataques inimigos, tanto por parte dos mouros como durante o período de guerra com Castela, provocaram a destruição desta antiga fortaleza e da sua cerca. As muralhas e torres do castelo foram, por isso, mandadas reconstruir, em 1374, por D. Fernando. Mais tarde, com o terramoto de 1755, o castelo foi também uma das construções da vila que mais danos sofreu.

O recinto do Castelo foi cedido à Câmara Municipal por carta de lei datada de 3 de Abril de 1839, mas o Cemitério Municipal já aí estava instalado desde 1835, onde permaneceu até 1935. Quanto às muralhas da cerca, passaram para posse da Câmara só em 1923, por despacho do Ministro da Guerra. Na alcaidaria funcionou, até 1961, a cadeia comarcã de Torres Novas.

Ermida do Senhor do Bonfim - Chamusca

 

Igreja de S. Pedro - Chamusca

Ermida do Senhor do Bonfim - ChamuscaÉ um templo de construção simples, edificado em 1749, composto de uma só nave revestida, até meia parede, por um silhar de azulejos dos finais do século XVIII, com motivos respeitantes à crucificação, bem como alusivos ao Santíssimo Sacramento, encimados por laçadas.

O altar-mor é em talha dourada, bem trabalhada. O sacrário está incorpado na talha, o púlpito é também em talha e marmoreado de azul com relevos a ouro.

A sacristia é revestida por azulejos de padrão igual aos da nave, sem medalhão. No altar-mor, pintado em azulejo e colocado sobre a pedra está a figura de Cristo, que simboliza o Senhor do Bonfim.

A salientar, no interior desta ermida, um belíssimo conjunto de ex-votos, de grande interesse, pois eram ofertas de crentes pelos milagres realizados pelo Senhor do Bonfim. No exterior, o visitante, pode desfrutar do espaço verde envolvente ao parque de merendes e deslumbrar do seu miradouro a extensa paisagem da lezíria ribatejana.

 

Igreja de S. Pedro - ChamuscaMandado erigir em 1681 pelas irmãs Branca Nunes Grandia e Leonor Correia Coutinho é um templo de fachada simples, de uma só nave, com abóbada de berço, o tecto é de caixotões, com pintura policromada. No altar-mor de boa talha dourada do século XVII, pode-se observar uma pintura repre- sentando Nossa Senhora do Ó.

Nas paredes apresenta medalhões de azulejos azuis e brancos que relatam cenas da vida de S. Pedro, sobre um fundo campestre. Na fachada central encontra-se um nicho com a imagem de S. Pedro em pedra, do século XVII. Nesta igreja pode ainda admirar-se uma exposição permanente de paramentos e artigos religiosos.

Igreja Matriz (S. Brás) - Chamusca

 

Miradouro do Almourol

Igreja Matriz (S. Brás) - ChamuscaTemplo mandado erigir pelo D. João da Silva, segundo donatário da Chamusca e Ulme, é considerado o mais antigo na Chamusca, sendo que, os seus altivos portões foram assim abertos ao culto em meados do séc XVI. Ao longo dos tempos foi sofrendo remodelações e da construção inicial só resta o pórtico “Manuelino”, de volta redonda com um entrançado de pedra assente sobre dois fustes, o portal do lado da epístola e por cima do pórtico o brasão dos Silvas. Igreja de uma só nave, coberta por um tecto de madeira de três planos e a Capela-Mor de tecto de abóbada de berço com pinturas de motivos florais. A rodear o altar-mor, tem dois altares colaterais e quatro capelas laterais. O altar-mor e os dois colaterais são em talha dourada do século XVII. Das imagens ali presentes, podemos salientar a do patrono da freguesia da Chamusca - S. Brás, uma escultura em madeira estofada e policromada do século XVII, uma imagem de S. Sebastião de pedra do início do século XVI e a imagem do Senhor Morto, da autoria de Claude Laprade e que foi adquirida pela Irmandade do Santíssimo Sacramento no século XVIII. Nos altares colaterais existem pinturas sobre tábua, uma figurando o Baptismo, datada do princípio do século XVII e uma outra representando uma Visão de S. Pedro. No pavimento da capela-mor está a lápide de jazida de D. João da Silva e de sua mulher D. Joana Henriques

  Miradouro do AlmourolEste miradouro tem vista para uma esplêndida paisagem, onde numa pequena ilhota rochosa entre as margens do Rio Tejo, se vislumbra o famoso e secular Castelo de Almourol. Considerado por muitos, uma das mais pitorescas fortificações existentes em Portugal, fica situado na aldeia do Arripiado, na Freguesia da Carregueira a norte do concelho da Chamusca.

Castelo de Abrantes

Castelo de AbrantesO Castelo de Abrantes, também denominado Fortaleza de Abrantes, no Ribatejo, localiza-se nas freguesias de São João e São Vicente, concelho de Abrantes, distrito de Santarém, em Portugal. Em posição dominante sobre uma colina à margem direita do rio Tejo, outrora constituindo a chamada Linha do Tejo, actualmente integra a Região de Turismo dos Templários.

Igreja de S. João Baptista - Abrantes

 

Convento de S. Domingos - Abrantes

Igreja de S. João Baptista - Abrantes

Reconstruída no século XI, a Igreja de S. João Baptista foi edificada por ordem de D. Dinis. De realçar a pia baptismal que se encontra na entrada da igreja, o painel que representa o Baptismo de Cristo e os azulejos seiscentistas que revestem a capela-mor.

  Convento de S. Domingos - Abrantes

O Convento de S. Domingos foi fundado no século XV. Aqui funcionam a Biblioteca Municipal António Botto, o arquivo histórico e alguns serviços da Escola Superior de Tecnologia. De realçar o claustro tardo-renascentista e a azulejaria do século XVII.

Museu dos Rios e das artes marítimas - Constança

 

Igreja de Santa Maria da Caridade - Sardoal

Museu dos Rios e das artes marítimas - Constança

Neste museu encontram-se objectos de uso quotidiano, fotografias, redes, miniaturas de barcos, entre outros elementos, retratando um modo de vida que existiu no passado em Constância

  Igreja de Santa Maria da Caridade - Sardoal

Foram os Franciscanos da Província da Soledad que edificaram o convento em 1571. Na igreja do convento merece destaqueo altar-mor, o oratório de Arte Namban e a sacristia. Nos claustros destaca-se o relógio de sol. Merece também referência a Capela de Nosso Senhor dos Remédios do século XVIII.

Igreja Matriz - Sardoal

 

Outeiro de S. Pedro - Sardoal

Igreja Matriz - Sardoal

A Igreja Matriz do Sardoal foi fundada em finais do século XIV. De realçar no seu interior dois painéis azulejares de Gabriel del Barco, o monumental retábulo da capela-mor e as valiosas tábuas quinhentistas do Mestre do Sardoal

  Outeiro de S. Pedro - Sardoal

O Outeiro de S. Pedro é um pequeno morro que em 1809 foi transformado em reduto militar. Merece destaque o Monumento em honra de D. Nuno Álvares Pereira, do escultor Lagoa Henriques.

Castelo de Almorol - Sardoal

 

Igreja de Santa Maria da Graça - Santarém

Castelo de Almorol - Sardoal

Berço de lendas que a imaginação dos habitantes engendraram, o Castelo de Almourol é bem um baluarte templário num cenário de sonho, que se ergue sobre um afloramento granitico no meio do rio Tejo. Da imponente Torre de Menagem do Castelo pode vislumbrar-se todo o encanto da paisagem circundante, as transparentes águas do Tejo, bem como os campos cobertos de frutos amadurecidos pelo sol.

Característica da vida à beira rio é sem dúvida a frente ribeirinha de Tancos com o povoado muito próximo do rio que se reflete nas azuis águas do espaçoso leito do Tejo que vê passar os seus emproados barcos outrora tão dinamizadores desta região.

Desejando conhecer o valioso património artístico desta vila, porque não visitar a Igreja da Atalaia, que possui um portal renascentista de cinco corpos distintos lavrados com rara beleza. No seu interior pode observar os azulejos de grande efeito artistico bem como, na Igreja Matriz de Tancos o cálice de prata dourada do séc. XVI e todo o enquadramento de pinturas da época, sem esquecer a bela arquitectura de todos estes soberbos imóveis.

Terra profundamente ligada ao Rio Tejo não pode deixar de ter como recordação o artesanato ligado a barcos e redes de pesca. Típicos são também a olaria e os vimes que recordam tradições antigas e o imensuravel património mítico ligado ao seu esplendor vagueio pelo imaginário.

  Igreja de Santa Maria da Graça - Santarém

A Igreja de Santa Maria da Graça, igualmente conhecida como Igreja da Graça ou como Igreja de Santo Agostinho, localiza-se no Largo Pedro Álvares Cabral (também conhecido como Largo da Graça), em pleno centro histórico da cidade de Santarém. A igreja, inserida no conjunto do convento dos Eremitas Calçados de Santo Agostinho, é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade, constituindo um dos mais importantes exemplares da arte gótica no país. Neste templo, Monumento Nacional desde 1910, encontra-se sepultado Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil.

Igreja de Santa Clara - Santarém

Igreja de Santa Clara - Santarém

A Igreja de Santa Clara constitui um dos monumentos mais emblemáticos do gótico mendicante da cidade de Santarém, situando-se na proximidade do Convento de S. Francisco, outro exemplar marcante deste estilo arquitectónico. A igreja é a parte remanescente do antigo convento das clarissas, aqui estabelecido em 1264. Actualmente, encontra-se rodeada por um amplo espaço, onde antes se encontravam as dependências conventuais, demolidas no início do século XX, e nas quais se incluía um claustro maneirista. O edifício está classificado como Monumento Nacional desde 1917.

Igreja do Santíssimo Milagre - Santarém

 

Muralhas e Portas de Santarém

Igreja do Santíssimo Milagre - Santarém

A Igreja do Santíssimo Milagre, também conhecida como Igreja de Santo Estêvão, situa-se no centro histórico de Santarém, na freguesia de Marvila. Este templo, fundado no século XIII, adquiriu o seu actual aspecto maioritariamente renascentista no século XVI, em resultado da destruição provocada por um sismo. A igreja passou a ser designada pela actual denominação após a ocorrência do Santíssimo Milagre, em 1266, na paróquia que então a tinha como sede. Desde então, a relíquia do Milagre, objecto de grande veneração popular, permanece aqui guardada. A igreja é Monumento Nacional desde 1917.

  Muralhas e Portas de Santarém

Erguido sobre um castro por onde passaram fenícios, gregos, romanos, visigodos e árabes, o castelo foi conquistado e reformado no reinado de D. Afonso Henriques, e acrescentado e restaurado ao longo dos séculos seguintes, até à época das lutas liberais. Os troços de muralha envolvem o planalto sobranceiro ao Tejo, onde se ergue a cidade de Santarém e das oito portas que existiam restam apenas duas: a de Santiago e a do Sol. Esta está situada na zona da antiga alcáçova, transformada no jardim público e miradouro conhecido por Portas do Sol.

Capela de Nossa Senhora do Monte - Santarém

 

Dolmen ou Anta - Rio Maior

Capela de Nossa Senhora do Monte - Santarém

A Capela de Nossa Senhora do Monte, situada na zona extra-muros da cidade de Santarém, na freguesia de São Salvador, é um pequeno templo gótico datado do século XII. A capela esteve integrada numa gafaria, que aqui esteve instalada até ao século XVII. Este templo é Monumento Nacional desde 191

  Dolmen ou Anta - Rio Maior

O monumento megálitico funerário do período neolitico +/- 4000/3500 a.c.? A época da sua cristianização desconhecida.

Em 4 de Julho de 1536, a ermida e elevada a primeira igreja da freguesia com jurisdição paroquial, por carta do Cardeal de São Brás, Arcebispo de Lisboa, no século XVII/XVIII, dá-se a rotação da igreja para a posição actual, deixando o dolmen de funcionar como capela e altar mor, passando a ser uma capela lateral.

Quinta da Alorna - Almeirim

 

Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça

Quinta da Alorna - AlmeirimA Quinta da Alorna-Almeirim remonta ao século XVIII, e nela se entrelaçam gerações das várias famílias que aqui viveram, enriquecendo e beneficiando a propriedade.

Falar da Quinta da Alorna, outrora Quinta de Vale de Nabais, é falar de memórias já antigas que de geração em geração vêm sendo relembradas à lareira de um solar que tantos donos já conheceu…É falar de batalhas e conquistas numa Índia distante, de derrotas e vitórias, de praças e prémios de sofrimento e louvor... Tempos de rajás, reis e poetas, tempos de políticos e exilados, de negociantes e agricultores tempos que nós homens de hoje aqui vivemos quando a olhamos, saboreando a lezíria a perder de vistaA Quinta deve o seu nome ao primeiro proprietário, D. Pedro de Almeida, Vice-Rei da Índia, a quem D. João V concedeu o título de I Marquês de Alorna por actos de bravura na tomada da praça forte de Alorna, na Índia. Tendo comprado o Casal de Vale de NAbais em 1723, quando regressou a Portugal D. Pedro de Almeida fez dele o núcleo central de um vasto grupo de propriedades onde plantou as primeiras vinhas, mudando-lhe o nome para Quinta da ALorna. O Ribatejo é, desde sempre, uma região rica e apetecida, graças às férteis lezírias, ideais para a agricultura e criação de gado. E Almeirim era então conhecida pela qualidade da sua caça, muito frequentada por nobres e fidalgos, que aqui passavam tempos de lazer.

No palácio da Quinta, de estilo sóbrio, mas distinto erguendo-se de frente para o Tejo, iluminado pelo sol de fim de tarde onde ainda hoje reluz o brasão dos Almeida Portugal, nasceram e viveram várias gerações de Alornas, incluíndo D. Leonor (1750-1839), Marquesa de Alorna, notável poetisa e pintora, que aqui escreveu algumas das obras que a tornariam famosa.

  Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça

A Casa dos Patudos que a imensidão da Lezíria engrandece, é o Museu que a Vila de Alpiarça abraça por entre o verde dos vinhedos e o sentir das Suas Gentes.

Casa Museu Carlos Relvas - Golegã

Casa Museu Carlos Relvas - Golegã

Conjunto arquitectónico oitocentista, da autoria do arquitecto Henrique Carlos Afonso, constituído por um imóvel e jardim do qual sobressaem algumas espécies exóticas, um lago e um parque infantil é, hoje em dia a Casa Museu de Carlos Relvas. Do acervo aqui existente destacam-se o arquivo fotográfico, mobiliário e instrumentos musicais, para além da biblioteca particular de Carlos Relvas que conta com cerca de quatro mil volumes. A construção do edifício, que se destinava a funcionar como estúdio e laboratório de fotografia, ocorreu entre 1872 e 1875. Alguns anos mais tarde, em 1887, o imóvel sofreu obras de adaptação a residência o que ocasionou uma grande transformação no seu interior. Trata-se de um edifício de dois pisos de planta longitudinal formado pela articulação de diversos corpos, com cobertura diferenciada em telhados de duas águas e em pavilhão. Na fachada principal podemos ver os bustos de Nièpce e de Daguerre, os percursores da fotografia. Em 1981, o edifício foi doado à Câmara Municipal da Golegã que o transformou na Casa Museu Carlos Relvas

Convento de Cristo - Tomar

 

Barragem de Castelo de Bode

Convento de Cristo - Tomar

O Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais, o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental.

Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca.

Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.

 

Barragem de Castelo de BodeÉ uma das mais extensas albufeiras portuguesas, tendo a barragem sido construída em 1951 no rio Zêzere, num apertado vale situado a poucos quilómetros a montante da confluência com o Tejo. O gigantesco lago artificial que desde há anos dá de beber à Grande Lisboa, estende-se desde os arredores da cidade de Tomar até Ferreira do Zêzere, Vila de Rei e Cernache de Bonjardim (Sertã). Trata-se de uma zona privilegiada para a prática dos desportos náuticos (ainda que com restrições por motivos ambientais) com rampas de acesso à água perto do paredão da barragem, na praia fluvial de Castanheira em Ferreira do Zêzere.

Aqueduto dos Pegões - Tomar

Aqueduto dos  Pegões - Tomar

A construção do Aqueduto dos Pegões inicia-se em 1593 no reinando de D. Filipe I e a sua conclusão dá-se em 1614 por Pedro Fernandes de Torres. Este Aqueduto foi construído com a finalidade do abastecimento do Convento de Cristo. É constituído na totalidade por 180 arcos e inicia o seu percurso em Pegões na freguesia de Carregueiros de Tomar e termina na Mata Nacional dos Sete Montes. Até 1619, prolongou-se o Aqueduto até ao Convento e ao Claustro de D. João III.

Igreja da Santissima Trindade

 

Museu de Cera de Fátima

Igreja da Santissima Trindade-Santuário de Fátima   Museu de Cera de Fátima

O Museu de Cera de Fátima retrata, nas suas 31 cenas, toda a história de Fátima, com 112 figuras de cera devidamente enquadradas no décor e na etnografia da época das aparições, o ano de 1917. No início de 2003, o Museu foi objecto de intervenção, com a requalificação das figuras, introdução de novas tecnologias de iluminação em fibra óptica e efeitos especiais

Basílica do Santuário de Fátima

 

Capela das Aparições

Museu da Vida de Cristo

Basílica do Santuário de Fátima

 

  Capela das Aparições - Fátima

 

Museu da Vida de Cristo-Fátima
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