Setembro 2016 - Nº 107 - I Série - Alentejo - Inscrito no ERC sob o nº 125290  
Alentejo
 

Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de Colos

Manuel de Matos Sobral

 

J.A.-Qual a sua opinião sobre a situação política atual?

P,J.- Pensamos que melhorou, mas não o suficiente. Aguardamos mais evolução positiva.

J.A.-Que pensa sobre as novas medidas anunciadas por este governo em exercício?

P,J.- Penso que se deu um pequeno passo em frente mas aguardamos mais.

J.A.-O aumento de desemprego gerou muita pobreza e, estando essa freguesia inserida num dos distritos considerados de maior carência económica, como está essa autarquia a gerir esse problema?

P,J.- A Autarquia a que presido muito pouco pode fazer face aos seus fregueses, aguardamos sim que o governo central olhe para a situação bem desagradável que atravessamos. Contudo a nossa preocupação é grande resta-nos alertar quem de direito para este grande flagelo que é a situação do desemprego.

J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente, no nosso país, e qual a causa/efeito?

P,J.- A violência doméstica constitui um flagelo da nossa sociedade abrangente a todas as classes sociais. Para conter a situação é necessário uma mentalização, cuja mesma deverá passar pelos média com programas direcionados á metalização humana alertando para as causas que daqui advêm.

Julgo que a legislação criada cuja mesma constitui crime público, e uma maior intervenção das autoridades por a vir consciencializar a população para causas negativas que elas constituem perante a sociedade.

J.A.- Qual a vossa opinião sobre a emigração dos nossos jovens, principalmente os mais credenciados?

P,J.- Bastante negativa para o País e acima de tudo para a juventude que se vê privada de viver e desenvolver a terra onde nasceu e em geral o seu País.

J.A.- Que apoio presta a autarquia aos mais idosos?

P,J.- Apoio aqueles mais necessitados na doença e em pequenos atos de ajuda.

J.A.- Pedimos que nos faça uma síntese da sua freguesia.

P,J.- A Freguesia de Colos a que presido situa-se no interior do Concelho de Odemira, uma freguesia com algumas carências no âmbito dos transportes e mobilidade serviço de saúde falta de médico, algum desemprego com uma população envelhecida, etc, etc.

J.A.-Qual o maior problema com que a sua freguesia se debate?

P,J.- Os problemas são imensos com que nos debatemos, com realce para a grande falta de médicos, desemprego, transportes rodoviários com ligação a Centros Médicos.

J.A.-Que outros problemas necessitam de maior intervenção?

P,J.- Arranjo de caminhos vicinais que permitam chegar com maior facilidade a lugares mais remotos da freguesia que permitam uma melhor mobilidade em proveito das populações.

J.A.-Que perspetivas tem para o futuro da freguesia?

P,J.- Naturalmente que temos de olhar em frente na procura de soluções para os problemas, não desanimando dando prioridade ao trabalho e com ele o desenvolvimento da nossa freguesia causa que á muito nos propusemos.

J.A.-Como é a situação financeira da autarquia?

P,J.- Se tivesse que criar uma escala de o -20, diria que escolhia 14 ou 15.

J.A.-Qual o apoio que a câmara presta às juntas de freguesia?

P,J.- Do Município recebemos o apoio possível ao qual estamos satisfeitos e que assim continue.

J.A.-Que tipo de envolvimento a população tem com a autarquia?

P,J.- Consideramos esse envolvimento bom, quando a chamada a participação estão presentes.

J.A.-Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?

P,J.- Que apesar das dificuldades de todos termos passados, a esperança deve estar presente que dias melhores virão, para todos desenvolvermos a nossa freguesia.

J.A.-Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?

P,J.- Sem problemas e de forma e eficaz.

J.A.-Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?

P,J.- Bom trabalho e continuem a dar este contributo que é uma forma de não esquecer os problemas que nós dia a dia lutamos por eles.

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