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Junho 2016 - I Série - Açores - Inscrito no ERC sob o nº 125290
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Entrevista do Presidente da Junta de Freguesia de Santa Cruz – Graciosa

Paulo Jorge Leite da Cunha

J.A.-Qual a sua opinião sobre a situação política atual?

P.J.-A minha opinião é que estamos finalmente no caminho certo, em que a medida de cortes sempre na mesma classe social, está a diminuir o que transmite esperança para o futuro.

J.A.-Que pensa sobre as novas medidas anunciadas por este governo em exercício?

P.J.-Vamos ver se é finalmente a viragem que desejamos e o passo certo para o fim da crise.

J.A.-O aumento de desemprego gerou muita pobreza e, estando essa freguesia inserida num dos distritos considerados de maior carência económica, como está essa autarquia a gerir esse problema?

P.J.-O governo regional com as medidas de apoio ao emprego, tem sido muito positivo, o que faz com que seja diminuto os números de desemprego na ilha. É sempre preocupante o desemprego jovem com formação, mas sabemos que nem sempre é fácil a sua entrada no mundo de trabalho.

J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente, no nosso país, e qual a causa/efeito?

P.J.-A violência por si só é sempre algo muito negativa na vida social de um individuo ou sociedade, por isso deveremos sempre evitar e punir esses atos, para não se tornarem normalidade. A justiça deve sempre aplicar penas fortes para dar o exemplo aos outros e assim evitar outros casos.

J.A.-Qual a vossa opinião sobre a emigração dos nossos jovens, principalmente os mais credenciados?

P.J.-Como disse o desemprego jovem não é fácil de controlar ou dar uma solução pois o mercado de trabalho na função pública principalmente está lotada, e com as politicas de reformar mais tardias, ainda vem causar mais dificuldades aos jovens que querem iniciar a sua carreira.

J.A.- Qual a vossa opinião sobre a aceitação de refugiados?

P.J.-Deveremos sempre aceitar e ajudar, mas sempre de forma organizada e controlada.

J.A.-Que apoio presta a autarquia aos mais idosos?

P.J.-Prestados ajuda sempre que solicitada e dentro das nossas possibilidades de orçamento limitado. Julgo que os idosos devem sempre merecer uma atenção especial na sociedade.

J.A.-Pedimos que nos faça uma síntese da sua freguesia.

P.J.-A nossa freguesia é pequena e com pouca população, temos um orçamento limitado e recursos humanos escassos. Realizamos muitos trabalhos de manutenção e limpeza de espaços públicos e a nosso cargo temos as zonas balneares da freguesia. Também possuímos um património habitacional constituído por 11 casas.

J.A.-Qual o maior problema com que a sua freguesia se debate?

P.J.-Principalmente a falta de recursos financeiros e humanos para a realização de todos os trabalhos necessários e solicitados pelas populações na manutenção das atividades previstas pela junta.

J.A.-Que outros problemas necessitam de maior intervenção?

P.J.-Principalmente nas questões habitacionais de pessoas com problemas socioeconómicos.

J.A.-Que perspetivas tem para o futuro da freguesia?

P.J.-Sempre as melhores dentro das nossas ambições e realidade.

J.A.-Como é a situação financeira da autarquia?

P.J.-A nossa situação é boa e estável, em que temos feito uma boa gestão apesar das limitações.

J.A.-Qual o apoio que a câmara presta às juntas de freguesia?

P.J.-Presta apoio financeiro por protocolo de colaboração.

J.A.-Que tipo de envolvimento a população tem com a autarquia?

P.J.-Apoiamos sempre os eventos culturais e desportivos da freguesia, dando assim apoio ao desenvolvimento da freguesia e suas gentes.

J.A.-Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?

P.J.-Uma mensagem de esperança positiva e que acreditem num futuro melhor.

J.A.-Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?

P.J.-Não é fácil e só mesmo quem está dentro é que sabe o que realmente passamos no dia a dia para conciliar tudo durante as 24 horas do dia. Mas com bom senso e dedicação a causa, conseguimos.

J.A.-Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?

P.J.-Continuação de um bom trabalho e divulgação dos trabalhos das autarquias.

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