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Junho 2016 - I Série - Açores - Inscrito no ERC sob o nº 125290
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Entrevista do Presidente da Junta de Freguesia de Santa Bárbara - Angra do Heroismo

Hélio Manuel Melo Vieira

J.A.-Qual a sua opinião sobre a situação política atual?

P.J.-A política atual é um pouco instável pelo facto dos partidos defenderem mais as ideologias partidárias do que propriamente os interesses do pais e dos portugueses

J.A.-Que pensa sobre as novas medidas anunciadas por este governo em exercício?

P.J.-Penso que são medidas equilibradas de um governo que se quer soberano e como tal não pode nem deve andar ao sabor nem ao gosto das imposições de Bruxelas.

J.A.-O aumento de desemprego gerou muita pobreza e, estando essa freguesia inserida num dos distritos considerados de maior carência económica, como está essa autarquia a gerir esse problema?

P.J.-Somos um pais pobre, mais empobrecido ainda pelo governo anterior, esse facto trouxe constrangimentos às famílias mas também às autarquias que só com muito esforço foram conseguindo ultrapassar esses problemas tendo sempre como princípio as pessoas.

J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente, no nosso país, e qual a causa/efeito?

P.J.-A violência doméstica, com casos bastante dramáticos, é um fenómeno dos nossos dias que é urgente combater começando pelas causas, sendo uma delas a incerteza, a pobreza e o desemprego.

J.A.-Qual a vossa opinião sobre a emigração dos nossos jovens, principalmente os mais credenciados?

P.J.-Um verdadeiro desastre com graves consequências económicas, mais uma virtude do governo anterior no seu desastroso mandato de quatro anos.

J.A.- Qual a vossa opinião sobre a aceitação de refugiados?

P.J.-Como Europeus que somos e povo civilizado e de bem devemos acolher e ajudar quem foge à morte, à injustiça e à fome, mas nunca como um acolhimento definitivo até porque estas pessoas só serão verdadeiramente felizes se um dia, em paz, puderem regressar aos seus países de origem.

J.A.-Que apoio presta a autarquia aos mais idosos?

P.J.-Os mais idosos da nossa comunidade são acompanhados pelo grupo da acção Católica da freguesia. Estão inseridos na Casa do Povo com a qual esta autarquia mantém um relação de proximidade o que permite uma solução atempada de quaisquer problemas que vão surgindo neste grupo etário da nossa população.

J.A.-Pedimos que nos faça uma síntese da sua freguesia.

P.J.-Esta freguesia tem várias valências profanas e religiosas que desenvolvem ao longo do ano variadíssimas atividades. Casa do Povo e Centro Intergeracional, Grupo de Violas, Grupo desportivo na modalidade de futsal, dança e formação, Filarmónica Recreio de Santa Bárbara onde se insere teatro e aulas de formação musical. Irmandade do Divino Espírito Santo, Comissão de festas de Santo António, Grupo de Escuteiros 630, Ordem Franciscana, Terceiros, Grupo Acão Católica Rural, Filhas de Maria, Liam, Grupos de catequese, variado comercio e restauração, oficinas e serviços Mecânica, pintura-auto, eletricista-auto, carpintarias, serraria de madeiras, serralharia, loja Riac, Posto de Correios, Pavilhão desportivo, uma nova escola do primeiro ciclo, Centro interpretativo do parque natural da Terceira, parques de estacionamento no centro da freguesia, três zonas de Lazer e veraneio, a igreja, Império, Ermida de Nossa Senhora da Ajuda onde consta o lendário pezinho de Nossa Senhora, um monumento aos antigos combatentes de África, um monumento ao “sismo 1 de Janeiro de 1980”, as relheiras da ribeira das sete, o antigo Reservatório de água, vários chafarizes que foram recuperados, recuperação da antiga fonte, várias placas descritivas pela freguesia de figuras que fazem parte da História da mesma, uma sala que contêm um conjunto vasto de peças de miniatura que retratam as vivências do meio rural do século passado, um conjunto de quase 1000 fotos ligadas à festa brava na ilha e às nossas tradições. Para além de tudo isto temos a hospitalidade do nosso povo e uma rica gastronomia para oferecer.

J.A.-Qual o maior problema com que a sua freguesia se debate?

P.J.-Um dos problemas da nossa freguesia é semelhante ao que se passa pelo país: emprego para os nossos jovens em condições mais estáveis, mais duradouros, uma vez que o empreendorismo na ilha é sempre mais limitado e de maior risco, no entanto já são muitos os jovens que começam a desenvolver o seu próprio trabalho, graças também aos incentivos e apoios do governo da região nessa área.

J.A.-Que outros problemas necessitam de maior intervenção?

P.J.-Há sempre espaços a melhorar, caminhos de acesso, manutenção de outros, formação constante dos nossos jovens e população em geral, pois só assim se consegue desenvolver e inovar neste contexto. Também pretendemos criar um espaço para sede do grupo de escuteiros.

J.A.-Que perspetivas tem para o futuro da freguesia?

P.J.-As perspetivas são sempre de esperança, de se fazer mais e melhor pelas pessoas, pelo seu bem estar e pelo espaço onde vivemos, tendo sempre como princípio uma boa gestão dos dinheiros que nos são atribuídos, um diálogo sério e constante com a população, revindicar junto das estâncias competentes aquilo que delas advém para melhoramentos ou obras, tendo sempre em vista projetos credíveis e de relevante importância para a freguesia, ilha e região, muita criatividade, empenho, amor e trabalho.

J.A.-Como é a situação financeira da autarquia?

P.J.-A situação financeira da autarquia é aquela que deriva de quem não entra em aventuras ou projetos megalómanos para que as contas se mantenham em dia, embora nestes últimos anos os cortes financeiros foram bastante significativos.

J.A.-Qual o apoio que a câmara presta às juntas de freguesia?

P.J.-O relacionamento com a Câmara Municipal tem sido bastante frutífero e os apoios estão dentro daqueles que são definidos para as juntas de freguesia.

J.A.-Que tipo de envolvimento a população tem com a autarquia?

P.J.-Esta junta tem procurado, sempre ao longo do mandato, uma relação próxima com todas as pessoas da freguesia.

J.A.-Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?

P.J.-A mensagem que deixo a toda a nossa população Barbarense é de esperança, de credibilidade e compromisso sério com todos, enquanto presidente desta Junta de Freguesia.

J.A.-Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?

P.J.-Com alguns sacrifícios, grande consenso e apoio familiar.

J.A.-Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?

P.J.-A mensagem que vos deixo são votos de um excelente trabalho em prol das nossas autarquias, região e País.

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