» FICHA TÉCNICA
» ESTATUTO EDITORIAL
» POLÍTICA DE PRIVACIDADE
HOME | SUGESTÕES | LIVRO DE HONRA | COMENTÁRIOS | CONTACTOS

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Junho 2016 - I Série - Açores - Inscrito no ERC sob o nº 125290
INFORMAÇÕES ÚTEIS | CULTURA | TURISMO

Conheça o nosso país, consulte as edições anteriores

Entrevista Do Presidente da Junta de Freguesia de Doze Ribeiras

Davide Gabriel Cabral dos Reis

J.A.-Qual a sua opinião sobre a situação política atual?

P.J.-Não sendo ainda a conjuntura mais favorável penso que o país se encontra numa fase de transformações positivas e que ruma à estabilidade.

J.A.-Que pensa sobre as novas medidas anunciadas por este governo em exercício?

P.J.-Na minha opinião são medidas que vem beneficiar os portugueses, principalmente os das classes mais desfavorecidas. Pequenas mudanças geram alívio nos bolsos dos contribuintes. Claro que ainda existe um longo caminho a percorrer, mas julgo que estamos no caminho certo.

J.A.-O aumento de desemprego gerou muita pobreza e, estando essa freguesia inserida num dos distritos considerados de maior carência económica, como está essa autarquia a gerir esse problema?

P.J.-A nossa freguesia conta com várias (pequenas) explorações agrícolas, fazendo com que o sector agrícola seja a principal fonte de rendimento da mesma e, neste contexto, a autarquia tem um cuidado especial com o esse sector, criando condições para que o mesmo se mantenha e até possa vir a crescer. Assim, uma vez que grande parte da população gera o seu auto emprego, o flagelo do desemprego não é tão evidente como em outras zonas do país. No entanto, a autarquia mantém-se atenta às situações de maior carência económica, acompanhando e prestando todo o auxílio possível, dentro dos limites das suas competências.

J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente, no nosso país, e qual a causa/efeito?

P.J.-Infelizmente assistimos cada vez mais a noticias tristes de casos de violência domestica, mas sinceramente não sei se poderemos apontar a “crise” como causa deste aumento pois julgo que a crise vai servindo de desculpa para muita coisa má que vai acontecendo e que depende da perda de outros valores.

J.A.-Qual a vossa opinião sobre a emigração dos nossos jovens, principalmente os mais credenciados?

P.J.-É sempre com uma enorme tristeza que vemos partir os nossos jovens em quem se apostou tanto na formação e depois não se dá oportunidade de mostrar os conhecimentos adquiridos sendo muitos deles reconhecidos lá fora enquanto cá não obtiveram sequer colocação no mercado de trabalho.

J.A.- Qual a vossa opinião sobre a aceitação de refugiados?

P.J.-Na nossa opinião sim devemos fazer um esforço para aceitar quem se encontra mais desfavorecido neste momento quem perdeu praticamente tudo e que pretende recomeçar do zero.

J.A.-Que apoio presta a autarquia aos mais idosos?

P.J.-A nossa autarquia desde o início deste mandato que criou um projeto que tem por nome mão solidaria e que consiste em duas vertentes: Uma é prestar uma ajuda aos mais idosos e carenciados nas pequenas tarefas domésticas; A segunda consiste em pequenas reparações nas moradias dos mesmos. Projeto este que pode ser conhecido e o seu regulamento no nosso site na internet.

J.A.-Pedimos que nos faça uma síntese da sua freguesia.

P.J.-A Freguesia das Doze Ribeiras foi criada em finais do ano de 1684, tendo sido desanexada da Freguesia de Santa Bárbara. Esta situa-se no extremo oeste da Ilha Terceira, ocupando os contrafortes voltados a sudoeste da Serra de Santa Bárbara e situada a 16 km do Concelho de Angra do Heroísmo.

A população total desta freguesia é de aproximadamente 510 habitantes.

Falando em relação ao património, par além do vasto património natural que a freguesia tem, esta também possui leque variado de património edificado, como é o caso da Casa Etnográfica, a Igreja de São Jorge das Doze Ribeiras, o Império do Divino Espirito Santo, o Tanque do Largo da Igreja, o Cemitério, a Casa Mortuária, a Sociedade Recreativa Rainha Santa Isabel, a Escola Primária, a Junta de Freguesia, a Zona de Lazer, o Miradouro e o diversos Chafarizes que estão colocados por toda a freguesia.

J.A.-Qual o maior problema com que a sua freguesia se debate?

P.J.-Neste momento acho que o maior problema será mesmo o envelhecimento da nossa população.

Como disse a freguesia é pequena e a sua população está cada vez mais envelhecida.

J.A.-Que outros problemas necessitam de maior intervenção?

P.J.-Neste momento uma das nossas maiores preocupações será ao nível do armazenamento/ abastecimento de água à lavoura.

J.A.-Que perspetivas tem para o futuro da freguesia?

P.J.-As perspetivas que a nossa Autarquia tem a curto prazo será mesmo cumprir o pouco que falta do nosso manifesto apresentado aquando da nossa candidatura. Num futuro a longo prazo sim, reunir esforços no sentido do rejuvenescimento da população, criando incentivos e condições favoráveis a fixação dos nossos jovens casais na própria freguesia e a todos os que aqui se queiram fixar.

J.A.-Como é a situação financeira da autarquia?

P.J.-Neste momento a situação financeira é estável não havendo muita disponibilidade financeira, mas também sem ter divida. Procuramos sempre manter as nossas contas equilibradas.

J.A.-Qual o apoio que a câmara presta às juntas de freguesia?

P.J.-A câmara apoia nas delegações de competências e nos contratos interadministrativos que nos permite realizar pequenas obras na freguesia.

J.A.-Que tipo de envolvimento a população tem com a autarquia?

P.J.-Como a Freguesia de Doze Ribeiras é das mais pequenas do concelho de Angra o que nos permite como Autarquia uma relação de proximidade e até de intimidade com todos os nossos fregueses.

J.A.-Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?

P.J.-A mensagem que deixo para todos os doze ribeirenses é que o meu empenho e dedicação e o da restante junta para com a freguesia vai ser o mesmo dos dois primeiros anos de mandato. Sim porque sou eu que dou a cara mas tenho a agradecer a restante equipa de trabalho que me acompanha. Procuraremos todos juntos uma Freguesia sempre em crescimento embora por vezes este seja mais lento do que desejamos.

J.A.-Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?

P.J.-Quem faz um trabalho por gosto como nós conseguimos sempre conciliar as duas coisas.

J.A.-Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?

P.J.-A mensagem que deixo ao jornal das Autarquias é o da continuidade porque são em muitas das vezes a voz dos Autarcas e é muito importante para nós. Um bem aja.

A.N.M.P. | TRÂNSITO | PORTAL DA EMPRESA | INCI | RÁDIO DA REGIÃO | AMBIENTE | METEOROLOGIA | PORTAL DO CIDADÃO
FARMÁCIAS DE SERVIÇO | CLASSIFICADOS | DESPORTO | BILHETEIRA | NOTÍCIAS
Adicionar aos favoritos   Faça do Jornal das Autarquias a sua Home Page