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JORNAL DAS AUTARQUIAS

Inscrito na E.R.C. sob o nº 125290

Agosto 2017 - Nº 118 - I Série - Santarém

Santarém

José Luís Ramos

Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de Bugalhos

José Luís Ramos

J.A.-Qual a sua opinião sobre a situação politica atual?
P.J.-Está provado que não é a tirar ás pessoas que as coisas melhoram, em muito poucas palavras está:

MELHOR
MAIS ALEGRE
MAIS ESPERANÇA
MAIS REAL
MAIS AFECTUOSO
MAIS SORRIDENTE

Mas é preciso muito trabalho e dedicação para manter...

J.A.-Qual a sua opinião sobre o orçamento de Estado para 2017?
P.J.-Mais justo e mais amigo das pessoas, espero que no futuro tambem mais amigo das Freguesias....

J.A.- Sendo essa região uma das mais fustigadas pelos incêndios, quais as medidas a adoptar, de futuro; para minimizar tais calamidades?
P.J.-Na Freguesia de Bugalhos criamos recentemente uma Unidade Local de Proteção Civil conforme a lei assim o dita e foi criada para ser mais uma agente na defesa da floresta, das pessoas e seus bens, ouseja na defesa de todos nós. O que fazer para minimizar tais calamidades? Com a intrudoção dos militares na vigia, creio ser uma grande melhoria, mas a melhor e mais eficaz seria colocar todos os beneficiarios de subsidios a fazer algo comunitario (vigia) coordenados pelos militares e os prisioneiros a limpar mato coordenados pelos guardas prisionais, depois terminaria com a justiça a ter mão dura nos criminosos. Ai creio que muito mudava.

J.A.-O aumento de desemprego gerou muita pobreza e, estando esse concelho inserido num dos distritos considerados de maior carência económica, como está essa autarquia a gerir esse problema?
P.J.-O Concelho de Alcanena mesta dat é o segundo com menos desemprego a nivel nacional, logo essa questão não nos cabe a nós. A lista de desempregados é curta e por vezes temos nós dificuldades em ir buscar CEI ao IEFP.

J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente, no nosso país, e qual a causa/efeito?
P.J.-São muitos os fatores, de vertente economica, social, financeira, são tantas e cada caso é um caso, logo não poderei dar grande seguimento á questão. Obviamente que em tempos de crise, estas situações agravam-se, embora essa questão sempre existiu e no passado era muito escondido e ninguem se metia e hoje já estamos muitos despertos para este flage-lo.

J.A-O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade?
P.J.-Culpo issencialmente as televisões pelo massacre da violência barata que dão a toda a hora, pela internet que tem o bom e o muito mau, pela falta de mão dura da justiça quando são menores, pelos pais que não poêm travões quando devem pôr, pelos professores que não podem dar um puchão de orelhas á criança, etc etc. No final, todos na sociedade temos culpa.

J.A.-Qual a vossa opinião sobre a emigração dos nossos jovens, principalmente os mais credenciados?
P.J.-O erro ja vêm de ha muitos anos, nunca deviam ter iniciado as indeminizações para reformar seja quem for mais sedo como se fez neste pais, devia de existir um tecto no somatorio dos anos de trabalho e descontos, por exemplo 100 (58 de idade e 42 de descontos ou outros, tinha era de totalizar os 100 anos. Ai todo o dinheiro que foi gasto em indeminizações, dava para colocar os jovens no mercado de trabalho e pagar-lhes o vencimento sem existirem assaltos as finanças da segurança social.

J.A.-A vinda de refugiados tem causado alguma celeuma. Que opinião tem sobre este tema?
P.J.-Todos têm direito a mais uma opurtunidade, mas para onde vierem terão de cumprir excrupulosamente as regras e respeitar tudo e todos e lembrarem-se de que lhes abrimos a porta. Creio ja ter transmitido a minha ideia e não mudo uma virgula. Eu quando vou a casa dos outros, as regras deles são para ser cumpridas e ponto final.

J.A.-Que apoio presta a autarquia aos mais idosos?
P.J.-Muito, destaco o gabinete de apoio ao idoso, o banco alimentar, o gabinete de apoio juridico gratuito. É uma preocupação constante.

J.A.-Qual o maior problema com que essa freguesia se debate?
P.J.-A desertificação e a atribuição de cada vez mais responsabilidades e menos atribuição de verbas por parte do governo central, espero agora que seja invertido dado que saimos da situação economica em que estavamos.

J.A.-Que outros problemas necessitam de maior intervenção?
P.J.-As Juntas de Freguesia ruarais como a nossa, não deviam de pagar o IVA, torna-se um grande constrangedor para nós. Depois os vencimentos dos funcionarios das juntas deviam de ser suportados pelo governo central e não pelos FFF. Outro tema quente nas Freguesias rurais com menos população é a questão do Presidente estar apenas quando pode e quando falta ao trabalho, a entidade patronal para alem de criar dificuldades tambem pede o reembolso as Juntas de Freguesia e depois agrava a dificuldade.

J.A.-Que perspetivas tem para o futuro do freguesia?
P.J.-Torna-la o mais apetecivel e alegre para todos, bonita, dinamica, amiga do ambiente e das pessoas. Ter os serviços necessarios para que as pessoas possam fazer a sua vida cá sem obstaculos.

J.A.-Como é a situação financeira da autarquia?
P.J.-Estável, graças á nossa gestão e ao apoio do Municipio de Alcanena que é incansavel com as Juntas e Uniões de Freguesia.

J.A.-Qual o apoio que a câmara presta às juntas de freguesia?
P.J.-Todo, desde financeiro, material, tecnico, etc. Muito bom mesmo.

J.A.-Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?
P.J.-A mesma de sempre, 3 frases emblematicas e que dizem tudo:
Juntos construimos o futuro!
Trabalhamos para si...
As dificuldades dão mais força á nossa vontade

J.A.-Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?
P.J.-Envolver a familia toda para a vida autarquica. Assim estamos sempre juntos...

J.A.-Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?
P.J.-Acima de tudo desejar-vos bom trabalho e agradecer-vos muito a oportunidade e darem-nos a palavra. Bem hajam .

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